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IFMT abre inscrição de concurso com 157 vagas para docentes e técnicos

O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) deve abrir nesta segunda-feira (3) as inscrições do concurso público para 103 vagas para professores do ensino básico, técnico e tecnológico, além de 54 vagas de técnico-administrativo em educação, para atender a Instituição em seus campi e na Reitoria. As inscrições serão feitas apenas pela internet até o dia 16 de agosto. Os salários oferecidos variam entre R$ 2.112,04 a 9.012,50. É cobrada uma taxa de inscrição que varia conforme o cargo, entre R$ 70 a R$ 150.

Para acessar o edital, clique aqui.

Para a carreira docente (magistério do ensino básico, técnico e tecnológico), as 103 vagas estão distribuídas entre os campi Alta Floresta, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Confresa, Cuiabá – Octayde Jorge da Silva, Diamantino, Guarantã do Norte, Juína, Lucas do Rio Verde, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, São Vicente, Sinop, Sorriso e Tangará da Serra.

Já as 54 vagas para técnico-administrativos em educação destinam-se aos campi Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Confresa, Cuiabá-Bela Vista, Cuiabá-Octayde Jorge da Silva, Diamantino, Guarantã do Norte, Juína, Lucas do Rio Verde, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, São Vicente, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Várzea Grande e Reitoria (Cuiabá).

Entre as áreas oferecidas estão: artes cênicas, contabilidade, educação física, direito, geografia, história, informática, matemática, letras, sociologia, filosofia, química, agronomia, libras, administração, física, engenheiro agrônomo, zootecnista, técnico em alimentos, técnico em agropecuária, técnico em laboratório, médico veterinário, auxiliar de administração, operador de máquinas agrícolas, relações públicas, publicitário e diagramador.

Avaliação
As provas objetivas para o cargo de docente e para os cargos de técnico-administrativos serão realizadas somente nas cidades de Barra do Garças, Cuiabá, Rondonópolis e Sinop. Já a prova de desempenho didático, etapa exclusiva para a seleção de docentes, será realizada somente em Cuiabá. A aplicação da prova objetiva será no dia 13 de setembro, enquanto a prova de desempenho didático será feita nos dias 3 e 4 de outubro.

O concurso público compreenderá as seguintes fases:  a) prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, para o cargo/área de professor do ensino básico, técnico e tecnológico e para os cargos de técnico-administrativos em educação; b) prova de desempenho didático de caráter eliminatório e classificatório, apenas para o cargo/área de professor do ensino básico, técnico e tecnológico; c) prova de títulos de caráter classificatório, apenas para o cargo/área de professor do ensino básico, técnico e tecnológico.

POLÍTICA

Governo decide diminuir o número de ministérios para dar sinal de austeridade

Com o objetivo de atender a apelos pelo enxugamento da máquina e redução de gastos públicos, a presidente Dilma Rousseff decidiu dar aval a um corte no número de ministérios - atualmente, o governo conta com 38 ministros. Conforme o jornal ‘O Estado de S. Paulo‘ revelou em março, Dilma encomendou um estudo sobre a redução de pastas. Desde então, a discussão ganhou corpo no Palácio do Planalto, que pretende poupar do novo desenho os ministérios da área social, ligados a movimentos identificados com o PT.

Pesca e Aquicultura e Gabinete de Segurança Institucional (GSI), além das secretarias de Assuntos Estratégicos, Portos e da Micro e Pequena Empresa, podem ser extintos ou fundidos com outras pastas, segundo integrantes do governo ouvidos pela reportagem. Por outro lado, as secretarias de Igualdade Racial, Mulheres e Direitos Humanos serão preservadas para não irritar a militância de movimentos sociais que ainda apoiam o governo. O novo organograma ainda está em discussão.

Auxiliares palacianos, no entanto, divergem sobre o ‘timing‘ do anúncio da reforma, em um momento em que o governo tenta pacificar a base, reduzir as tensões no Congresso e garantir a aprovação das medidas do ajuste fiscal. Partidos da base aliada perderiam cargos e influência nas decisões do governo com o enxugamento da máquina.

Na época em que Gleisi Hoffmann (PT-PR) comandava a Casa Civil (2011 a 2014), o Planalto já havia encomendado um estudo de redução de ministérios, mas com receios da repercussão entre movimentos sociais, a proposta não foi levada adiante. Prevaleceu a percepção de que secretarias como Direitos Humanos e Igualdade Racial carregavam uma importância simbólica, além de terem um impacto irrisório na redução de custos.

‘O principal sinal, agora, é o de modernizar a gestão. Um governo desse tamanho, com muita gente e muita coisa para lidar, não está funcionando‘, disse um ministro do governo.

Mudança

O corte de ministérios marca uma mudança de posição da presidente, que criticava a proposta, defendida pelo candidato tucano Aécio Neves (MG), na campanha presidencial do ano passado. Em entrevista ao Programa do Jô, em junho, Dilma sinalizou a intenção de ter um primeiro escalão mais enxuto. ‘Cada ministro tem um papel. Criticam muito porque nós temos muitos ministérios. Acho que teremos de ter menos ministérios no futuro‘, reconheceu, ao ser questionada se sabia de cor o nome de todos os ministros do governo.

A redução de pastas é cobrada publicamente pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como gesto do governo num contexto em que tenta aprovar uma série de propostas impopulares no Congresso, que aumentam impostos e restringem o acesso a benefícios. Os dois foram os principais articuladores de derrotas do Planalto no primeiro semestre.

Dilma se reúne nesta segunda-feira, 3, no Palácio da Alvorada, com líderes e presidentes dos partidos da base aliada, o chamado conselho político, em mais um esforço para alinhar sua base no Congresso e garantir a governabilidade. Pedirá compromisso com a responsabilidade fiscal, apoio para aprovar medidas de interesse do governo e desarmar bombas fiscais, num movimento similar ao feito na semana passada durante reunião com governadores de todo o País.

Retorno

Após duas semanas de recesso, o Congresso volta às atividades nesta segunda-feira, 3, com a previsão de votar uma ‘pauta-bomba‘ recheada de projetos que aumentam despesas e causam constrangimentos ao Planalto. Infernal, catastrófico e desastroso são alguns dos adjetivos utilizados por líderes partidários para definir o semestre legislativo que se inicia.

Sob o comando de Cunha, recém-rompido com o Planalto, a Câmara avaliará pedidos de impeachment da presidente, iniciará CPIs e promete convocar integrantes do alto escalão do governo a dar explicações sobre o escândalo de corrupção na Petrobrás. Agora adversário assumido, Cunha é a principal fonte de preocupação do governo. O Planalto tenta negociar com os líderes partidários para minimizar a crise entre os Poderes e aposta, nos bastidores, num enfraquecimento do presidente da Câmara ante à perspectiva de que a Procuradoria-Geral da República apresente denúncia contra ele no âmbito da Lava Jato.

‘Não tem essa de criar um monstro na relação entre Cunha e o Palácio. Vamos ter um clima de diálogo. Não vamos fomentar a crise com Eduardo Cunha‘, disse o líder do governo, José Guimarães (PT-CE). (Rafael Moraes Moura, Daniel Carvalho, Murilo Rodrigues Alves, Daiene Cardoso, Rachel Gamarski e Sandra Manfrin) As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

POLÍTICA

Governo quer que todos municípios tenham plano diretor: “Se não tiver, não terá recurso”

O titular da Secretaria de Estado de Cidades (Secid), Eduardo Chiletto, disse em entrevista exclusiva para o site Olhar Direto que a intenção da pasta é fazer com que todos os 141 municípios de Mato Grosso tenham um plano diretor. De acordo com Chiletto, os prefeitos precisam aprender a planejar as cidades desde já. Também ficou prometido que o governo dará aporte aos gestores municipais, mas também haverá cobrança: “Se não tiver, não terá recurso”.

“A nossa intenção é que todos os 141 municípios tenham os seus planos diretores. Se não tiver, precisa começar a fazer. Os problemas não acontecem depois que a cidade passa de 20 mil habitantes. O prefeito precisa aprender a planejar a cidade dele. Tem de saber para onde o município irá crescer, é o mínimo. Por isso, vamos dar aporte para que estes planos sejam feitos. Se não tiver, não vai ter recurso para o local”, enfatizou o secretário.
 
Para Chiletto, o planejamento ajuda no crescimento do município, e também na construção dos conjuntos habitacionais: “O prefeito pode dizer que não tem dinheiro para fazer esse plano diretor, mas o governo do Estado irá apoiar. Pois, com o plano diretor o gestor consegue determinar onde vão ser as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) e elas podem estar inclusive no centro da cidade, onde o valor do terreno abaixaria e os empresários poderiam investir nos conjuntos habitacionais, com uma infraestrutura urbana muito melhor. Não é porque é pobre que tem de morar na periferia, isso é um conceito muito antigo que tem de ser mudado. A pobreza não é de dinheiro, é espiritual”.
 
A intenção do secretário é conseguir deixar em caixa 1% do valor das obras para dar manutenção anual nelas: “Precisamos conseguir deixar 1% do valor da obra para reparos que são necessários com o tempo. Por exemplo, você ganha sua casa e no final do ano não fez uma pintura? A telha correu por conta de um vento, você não vai consertar? Precisa ter recurso para fazer a manutenção. Agora imagina isto em uma obra pública. Não é manutenção porque foi mal feita, é algo normal de uma obra e todo ano precisamos aportar este recurso. Minha meta é chegar ao final desta gestão conseguindo aportar 1%”.
 
Por fim, ele ainda ressaltou que todas as secretarias precisam trabalhar em conjunto, para construir um local digno de moradia para a população: “Queremos que a próxima gestão encontre algo diferente do que encontramos, que foi um caixa zero. Não basta dar a casa, precisamos ter uma politica de trabalho, emprego e renda. Temos de trabalhar junto com outras secretarias, com os outros secretários. Precisa contratar pessoas da região para trabalhar na construção dos conjuntos habitacionais, ter escolas, posto de saúde, Polícia Militar, tudo isto perto. Temos uma equipe que conversa entre si, nosso governo é ligado”.

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Suposto Lobisomem é fotografado andando pelas ruas em MT

Na madrugada deste sábado (01) uma foto de um suposto lobisomem teria sido tirada em um das ruas da cidade de Tangará da Serra no Mato Grosso. A imagem da suposta criatura lendária está circulando nas redes sociais onde as pessoas tem associado à imagem da criatura mitológica ao fenômeno da Lua Azul.   Junto com a imagem as pessoas tem advertido moradores da cidade mato-grossense a tomar cuidado nas noites deste fim de semana, e não saírem sozinhas pois podem acabar se deparando com tal criatura.   Lua Azul   Um dos fenômenos mais raros da natureza, a lua azul aconteceu nesta sexta-feira e pode ser vista em todo o mundo. Ela acontece quando há uma segunda lua cheia no mesmo mês.   O fenômeno da "lua azul", algo que acontece aproximadamente a cada três anos e que não voltará a ocorrer até janeiro de 2018.   Apesar do nome, a Lua não terá tons azulados nesta noite. Cada ciclo lunar dura aproximadamente 28 dias, por isso, quando a lua cheia acontece no início do mês, é provável que haja uma segunda no final. Isso é o que ocorre neste mês de julho, que teve sua primeira lua cheia no dia 2 e terá uma segunda, a "azul", nesta sexta-feira, dia 31.   Segundo os especialistas, a lua apresentou a cor azul em muito poucas ocasiões, por efeito de pó, cinza ou fumaça na atmosfera da Terra devido a grandes erupções vulcânicas e incêndios florestais. A última "lua azul" ocorreu no dia 31 de agosto de 2012.   FAKE: O problema é que levando ao pé da letra as informações que estão sendo compartilhadas, a mesma foto teria sido tirada em quatro cidades diferentes, uma delas inclusive é de Três Lagoas,  a 338 quilômetros de Campo Grande, Barra Bonita, Franca e Botucatu, cidades localizadas no Estado de São Paulo.. 

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