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GERAL

Campanha contra gripe pretende vacinar 698 mil pessoas no Estado

A campanha de vacinação contra o vírus da Influenza deve vacinar 698,2 mil pessoas em Mato Grosso. A mobilização nacional será neste sábado (30). A meta é vacinar 80% dos mato-grossenses que estão dentro da população prioritária, considerada de risco para complicações por gripe, até o dia 20 de maio. O Ministério da Saúde disponibilizou 750 mil doses para Mato Grosso.

Em Cuiabá, 82 unidades da rede básica de saúde, tanto na zona rural e urbana, farão o atendimento aos moradores. Em Cuiabá deverão ser vacinados 45.649 idosos de 60 anos ou mais, 40.201 crianças de 06 meses a menores de 05 anos, 8.024 gestantes, 1.319 puérperas, 13.499 profissionais de saúde e 12.552 pessoas com comorbidades, totalizando 121.244 pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina protegerá a população contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B).

O público-alvo da campanha é formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas; e os funcionários do sistema prisional.

Também serão vacinadas pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais. A definição dos grupos prioritários segue a recomendação da OMS, além de ser respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, cujo principal agente são os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

O objetivo da campanha é reduzir as internações, complicações e mortes em decorrência das infecções pelo vírus da influenza. Até o dia 22 de abril, Mato Grosso recebeu 70% (522,5 mil) das 750 mil doses da vacina que serão entregues ao estado pelo Ministério da Saúde até o dia 6 de maio.

As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

CIDADES

Idoso tenta estuprar menino de 9 anos e é preso em Várzea Grande

Um idoso de 63 anos é suspeito de tentar estuprar um menino de 9, em Várzea Grande. No momento, a criança seguia para a escola, no bairro Jardim Potiguar, no início da tarde de quinta-feira (28). Um policial militar de 30 anos que passava pelo local impediu o crime. B.A.C foi autuado por tentativa de estupro de vulnerável e encaminhado para audiência de custódia.

Segundo o boletim de ocorrências, o menino de 9 anos seguia para a escola municipal Ana Francisca de Barros, pela rua Ulisses Pompeo de Campos, por volta das 12h40, quando o idoso o agarrou pelo braços, e com força, o levava para um matagal.

O PM lotado no 25°BPM, presenciou o fato e abordou o idoso. O policial perguntou ao garoto se ele conhecia o homem, na qual a criança respondeu que não. Outros populares que também passavam pelo local pararam e auxiliaram o policial na detenção do suspeito.

O suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes, onde foi ouvido, assim como as testemunhas e a criança, e autuado pelo delegado de plantão pelo crime de tentativa de estupro de vulnerável. Ele aguarda decisão da Justiça.

POLÍTICA

Senadores entregam carta com pedido de renúncia de Dilma e novas eleições

Um grupo de senadores entregou nesta quinta-feira uma carta destinada à presidente Dilma Rousseff pedindo que ela aceite renunciar à parte do seu mandato e apoie uma proposta de emenda constitucional com o objetivo de convocar novas eleições para um mandato tampão de dois anos em outubro, ou ainda que mande ao Congresso uma proposta de plebiscito sobre o fim do governo, que viabilize novas eleições para driblar a impossibilidade constitucional. Em encontro com senadores autores da PEC nesta quarta, o ex-presidente Lula pediu que entregassem a carta, na qual apelam para um gesto de “grandeza e coragem” da presidente. A carta é assinada por senadores do PMDB, PSB, Rede, PDT, PSD, PC do B e PT.

Randolfe Rodrigues (REDE-AP), Telmário Mota (PDT-RR) e Angela Portela (PT-RR) se reuniram no Palácio do Planalto com Jaques Wagner (Gabinete Pessoal), que prometeu abordar o tema com a presidente ainda nesta quinta-feira.

 

- A presidente ainda é Dilma Rousseff e, por isso, entendemos a legitimidade dessa proposta - declarou Randolfe Rodrigues, que pediu um aceno da presidente "o quanto antes" para "solucionar a crise".

 

O senador também disse acreditar que a possibilidade de novas eleições terá clamor popular.

 

- Eu tenho certeza que o clamor para novas eleições não virá somente do Congresso. Assim como teve um clamor das ruas pelo impeachment, haverá um clamor das ruas para que neste ano o povo resolva a crise

 

A carta cita alternativas para que haja eleições presidenciais neste ano, sugerindo que elas sejam simultâneas aos pleitos municipais, em outubro. Além da PEC, os senadores pontuam que a própria presidente pode tomar a iniciativa de propor um plebiscito, por meio de um Projeto de Decreto Legislativo (PDC), a ser votado pelo Congresso.

“É do mais alto cargo da República que deve vir o apoio decisivo a essa proposta – a ideia da realização de nova eleição presidencial ainda em 2016", diz o documento.

 

APOIO DE LULA

 

No início da semana, o assunto foi tema de conversa entre Dilma, Jaques Wagner e Lula, em almoço no Palácio da Alvorada. Segundo relatos, Jaques Wagner já está convencido de que esta seria a melhor alternativa para o PT e o governo neste momento. A avaliação é que uma nova eleição é a melhor alternativa neste momento, um contragolpe que daria discurso à militância e às bases sociais.

 

“A gravidade do momento porque passa a Nação brasileira só será superada com atos de grandeza e coragem de nossas lideranças e nossas instituições políticas”, diz o texto da carta, completando que a crise não se resolverá com o impeachment. “Apelamos em favor de uma saída altiva de apoio a uma saída da crise pelo voto popular”, pedem os senadores, invocando ainda que Dilma “se coloque a disposição do povo brasileiro”.

 

A estratégia foi combinada por Lula com um grupo de senadores ontem pela manhã na casa da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), uma das autoras da PEC das novas eleições e que é contra o impeachment. Depois do encontro com Lula alguns dos autores da PEC se encontraram com Marina Silva (Rede) e com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG).

 

No encontro, Aécio sustentou a inviabilidade constitucional de novas eleições e reafirmou apoio exclusivo ao impeachment da presidente Dilma.

 

- Sempre defendi eleições pelas vias constitucionais. A não ser que o TSE tome a decisão pela impugnação da chapa de Dilma e Temer, não há hoje caminho constitucional que leve a novas eleições antes de 2018 - disse Aécio ontem.

 

- Essa carta pode dar à presidente Dilma uma saída pela porta da frente da História e abrir uma janela para a solução da crise. Ela pode mandar para o Congresso uma proposta de plebiscito para acontecer junto com a eleição de outubro sobre a continuidade de seu governo e de Temer. Se o povo aprovar o fim do governo, pode-se realizar novas eleições, sanando a não previsão constitucional - explicou Randolfe Rodrigues.

Segundo Randolfe, a proposta de plebiscito tem tramitação mais rápida do que a PEC, com votação por maioria simples nas duas Casas.

Walter Pinheiro (Sem partido-BA) não assinou a carta e não foi ao encontro de Dilma, por considerar que qualquer iniciativa fora da PEC tem que ser espontânea por parte da presidente. Já o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse ser quase impossível aprovar a PEC.

O documento foi entregue com dez assinaturas. Além de Randolfe, Telmário e Angela, manifestaram apoio escrito os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Otto Alencar (PSD-BA), João Capiberibe (PSB-AP), Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), Paulo Paim (PT-RS) e Jorge Viana (PT-AC).



 

 

 

 

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ECONOMIA

Desemprego cresce para 10,9% e atinge 11 milhões de pessoas

A taxa de desocupação atingiu 10,9% no trimestre móvel encerrado em março último, resultado 1,9 ponto percentual acima da taxa de 9% do trimestre fechado em dezembro de 2015 e 3 pontos percentuais a mais que no mesmo trimestre de 2015, quando o desemprego estava em 7,9%. Esta é a maior taxa de desemprego da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua) iniciada em 2012.

Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população desocupada chegou a 11,1 milhões de pessoas, aumentando 22,2% (2 milhões de pessoas), em relação ao número de desempregados do período imediatamente anterior (outubro a dezembro de 2015).

No confronto com igual trimestre do ano passado, o número de desemprego subiu 39,8%, o que significa um aumento de 3,2 milhões de pessoas desocupadas.

Os dados do IBGE indicam que, no trimestre encerrado em março último, a população ocupada do país estava em 90,6 milhões de pessoas, apresentando uma redução de 1,7%, quando comparada com o trimestre de outubro a dezembro de 2015. Em comparação com igual trimestre do ano passado, houve queda de 1,5% na população ocupada, representando menos 1,4 milhão de pessoas.

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