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POLÍTICA

Pedro Taques sanciona RGA de 7,54% em três parcelas e crê em fim de queda de braço com os servidores públicos

A expectativa de que a maioria das categorias encerre a greve levou o  governador José Pedro Taques (PSDB) a sancionar a Lei 8.410/2016, que disciplina a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores do Poder Executivo de Mato Grosso. Ao contrário de outras leis, onde o governador gasta os 15 dias constitucionais à espera do parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para sanção – com ou sem vetos, no caso da legislação da RGA Taques foi rápido e sancionou o índice de 7,54% em três parcelas.  
 
Embora o Fórum Sindical tenha rejeitado a proposta e votado majoritariamente pela continuidade o movimento paredista, a reportagem apurou que existe a crença no Palácio Paiaguás de que diversas categorias vão encerrar a greve, em poucos dias, a partir da aplicação da RGA.
 

O enfrentamento na Assembleia Legislativa de Mato Grosso foi o principal teste de lealdade do governo Taques, perante os parlamentares da base aliada, desde janeiro de 2016. O governo começou oferecendo 0% e chegou ao índice que se tornou lei após longo embate, porque o governador temia descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, o que é pior, atrasar os salários dos quase 100 mil servidores públicos de Poder Executivo. A lei atinge os servidores ativos, inativos e pensionistas do poder Executivo de Mato Grosso.

Sem sofrer emendas no Edifício Dante Martins de Oliveira, o texto do Executivo passou limpo, no plenário das deliberações Renê Barbou, com 14 votos favoráveis e nove contrários, na sessão noturna da última  quarta-feira (29), encerrando três semanas de tensão e muito bate-boca no Legislativo.
 
A lei sancionada por Pedro Taques determina a primeira reposição   de 2% da RGA em setembro de 2016. Na seqüência,  mais  2,68% em janeiro de 2017 sobre o subsídio de setembro de 2016 e 2,68% em abril de 2017, sobre o salário de janeiro de 2017.
 
Nesse contexto, a  sanção publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) que circulou nesta sexta-feira (1º de julho), esclarece que a diferença para atingir os 11,28% que corresponde ao índice total de perdas inflacionárias de 2015,  vai ser calculada sobre o vencimento de abril de 2017. E, depois, quitada em duas parcelas, em junho e setembro de 2017.
 
No entanto,  para atingir o montante, o pagamento fica condicionado à apuração do percentual menor de 49% de gastos com folha de pagamento em relação à Receita Corrente Líquida no 1° e 2º quadrimestre de 2017, conforme prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal.
 
Em sendo assim, os servidores públicos estão em greve desde o dia 31 de maio e não aprovam a proposta de pagamento aprovada pelo legislativo. Por isso, o Fórum Sindical estuda recursos jurídicos contra a lei, se necessário, chegando até mesmo ao  Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar o parcelamento do pagamento da reposição salarial.
 
Entre as categorias que deixaram a greve para trás, está o Sindicato dos Escrivães da Polícia Judiciária Civil, mesmo sem concordar com a forma da RGA sancionada por Pedro Taques. Mas o Sindicato entende que não havia avanço nas negociações e o percentual de 30% nas delegacias poderia prejudicar os trabalhos prestados à população, o que colocaria em xeque todo o trabalho de melhoria a imagem da classe. 
Também retornaram às atividades os servidores do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e do Instituto de Terras (Intermat).  Entre os que resistes, estão os trabalhadores do ensino público, Detran, saúde e área instrumental.  (Colaboraram Laíse Lucatelli e Jardel Arruda)

POLÍTICA

CNI/Ibope: 39% desaprovam governo Temer; 13% aprovam

Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do presidente interino Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, em junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. O levantamento foi divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na última pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo de Dilma, em março deste ano, 69% dos entrevistados consideram o governo da petista ruim ou péssimo.

O percentual de pessoas que consideram o governo de Michel Temer ótimo ou bom é 13%, contra 10% de Dilma. Já os que avaliam o governo Temer como regular somam 36%. Em março, 19% disseram que o governo de Dilma era regular.

A popularidade do presidente interino é maior que a da presidenta afastada Dilma Rousseff, mas também é negativa. Entre os entrevistados, 31% concordam com a maneira Temer de governar e 53% discordam. No caso de Dilma, 82% concordavam com a maneira de ela governar em março de 2016 e 14% aprovavam.

Sobre a confiança, 27% confiam no presidente Temer e 66% não confiam. O índice de confiança de Dilma era de 18%; 80% não confiavam na presidenta afastada.

Segundo o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, a proximidade política entre os dois governos e o pouco tempo em que Michel Temer está no poder reflete na manutenção do percentual de pessoas que consideram o governo atual ótimo ou bom (13%), considerando a margem de erro, em relação à última pesquisa da presidenta Dilma (10%).

Em comparação com o governo de Dilma Rousseff, 44% da população consideram que o governo Temer está sendo igual ao da presidenta afastada; 245% consideram pior e 23%, melhor. “É um fator que já se esperava, porque [o PMDB] é um dos principais partidos que estavam na base aliada do governo passado; alguns ministros até participaram do governo passado. Isso pode levar essa impressão na população de que o governo está muito parecido. Quando olhamos pelo lado do ruim ou péssimo, está melhor que antes, mas não significa dizer que está um ótimo governo”, explicou Fonseca.

Nordeste

A popularidade de Temer, segundo a CNI, é mais baixa na Região Nordeste. Para 44% dos entrevistados nessa região, o governo está sendo ruim ou péssimo; 72% não confiam no presidente em exercício e 63% desaprovam sua maneira de governar. Nas demais regiões, as avaliações são similares. No Nordeste, o governo Temer está sendo pior que o governo Dilma para 38%. Esse percentual cai para 25% entre os entrevitados no Norte e Centro-Oeste, 20% no Sudeste e 19% no Sul.

“O Nordeste era onde a presidente Dilma tinha mais força, tinha melhor índice de aprovação, e certamente esse é um fator determinante para que o presidente interino tenha uma desaprovação maior nessa região”, disse Fonseca, ao acrescentar que ainda há uma incerteza na população e um desconhecimento do que realmente esse governo vai fazer e as políticas que vai adotar.

Notícias

Para 40% do entrevistados, as notícias recentes são mais desfavoráveis ao governo. Na comparação com a pesquisa de março de 2016, o número recuou 36 pontos percentuais. O percentual dos que consideram as notícias mais favoráveis ao governo é de 18%; em março, esse percentual era 10%. Na comparação com março, houve um aumento de 9% para 25% dos que consideram que as notícias não são favoráveis nem desfavoráveis.

Para Fonseca, esse é um ponto que chamou a atenção, pois cresceu o número de pessoas que não citaram ou não lembraram ou não quiseram citar notícias específicas sobre o governo (63%). Em março, esse percentual era de 25%. “Houve uma avalanche de notícias sobre corrupção e [Operação] Lava-Jato e, de repente, isso diminuiu um pouco e começam entrar notícias de mudanças de governo. E as pessoas não se atentaram ainda ou não absorveram ainda essas notícias por completo”, disse o gerente executivo da CNI.

A pesquisa CNI/Ibope também avalia o governo por área de atuação. Impostos e taxa de juros são as áreas que mais desagradam à população, ao alçancar 77% e 76% de desaprovação, respectivamente. A pesquisa completa está disponível no site da cni

Temer assumiu o governo em 12 de maio, quando o Senado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

A pesquisa foi feita entre os dias 24 e 27 de julho com 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais e, segundo a CNI, o grau de confiança da pesquisa é 95%.

*Matéria ampliada às 12h17.

ESPORTES

Nova Mutum sedia 3ª fase da Copa Centro América de Futsal

Nova Mutum será sede da segunda rodada da terceira fase da Copa Centro América de Futsal. Os jogos serão realizados nesta sexta-feira e no sábado. São quatro times em cada que brigarão por duas vagas à quarta fase.

 Em Nova Mutum os duelos serão entre Mixto/ADF, Itiquira 100% Futsal, CR8/Juína e Mutuense. As partidas serão disputadas no Ginásio Lauro Immich.

Confira os jogos de Nova Mutum:

Copa Centro América de Futsal (Foto: Reprodução/TVCA)

ESPORTES

Luverdense x Vasco da Gama: O Passo das Emas vai tremer

GERAL

Expomutum 2016 começa nesta sexta-feira com show de Marcos & Belutti

CIDADES

rmãos são executados em fazenda no interior do Estado

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Expomutum 2016 Show com Marcos & Belutti

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1° Arraia da Academia Corpo a Corpo Atlas

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ARRAIA MUNICIPAL

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CIDADES

Chegada de Bolsonaro a Cuiabá termina com duas pessoas detidas no aeroporto;

A exaltação de ânimos por parte dos dois grupos que receberam o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC), no aeroporto Marechal Rondon, ultrapassaram o limite das provocações e terminou com a prisão de duas pessoas na manhã desta quinta-feira (30). Em nome de suas ideologias, integrantes do Direita Mato Grosso, que organizaram uma recepção e um grupo contrário, responsável por um “beijaço” trocaram ofensas e foram contidos pela polícia no momento em que o parlamentar deixava a local.

Além dos simpatizantes detidos, deferensores de ambas as causas, uma das manifestantes contrárias ao posicionamento conservador de Bolsonaro alega ter sido empurrada e ameaçada por um membro do Direita Mato Grosso. Todos os envolvidos irão para a delegacia prestar esclarecimentos. “Ele me empurrou, olhou pra mim e disse que ia quebrar minha cara”, alegou Ravena Ysates. O Direita Mato Grosso reforçou que o jovem não pertence ao grupo e é desconhecido por demais integrantes. 

 
Em um coro dividido pela prudência dos militares que prepararam sua escolta, Bolsonaro desembarcou sob gritos que se intercalavam entre “lixo” e “mito”. Foi chamado também de fascista, misógino, racista e homofóbico. Acusações raivosamente rebatidas com um “chora esquerda”, vindo de seus admiradores, que também puxaram a oração de um Pai Nosso.

Com quatro viaturas preparadas para a escolta, 12 policiais se mobilizaram para a recepção. No local eles separaram os manifestantes colocando-os em lados opostos para evitar maiores desentendimentos. A proteção foi solicitada por meio do deputado estadual Victório Galli, também do PSC, à Secretária de Estado de Segurança Pública (Sesp) pelos organizadores do evento.

“Viemos manifestar nosso repúdio a este discurso opressor. Se ele chegar a ser presidente tememos pela perca de direito dos homossexuais e principalmente das mulheres. Estamos aqui pra mostrar que não se progride com ódio, mas sim com amor, mostrar que ainda tem gente que pensa dessa forma”, disse a estudante Ester Valentin, de 18 anos.

Para José Sérgio Tempesta, integrante do Direita Mato Grosso, a ideia da recepção é mostrar ao parlamentar que há pessoas que o apóiam. “Se a gente não estivesse aqui, só estaria gente contrária aqui. Nós viemos porque gostamos dele e queremos mostrar isso. Já nos chamaram até de nazistas, e isso é uma ofensa grave, isso é crime no Brasil. Mas não nos ofendemos, porque simplesmente não somos isso, aqui tem gente de todo o tipo. Também não somos homofóbicos, isso é o que querem nos fazer parecer.”

Na fala do deputado nenhuma novidade. Enquanto era homenageado, fez “selfies” com os fãs e parou para discursar em defesa da propriedade privada, considerada como “sagrada” e apostou mais uma vez nos clichês de manutenção da família, legalização do porte de armas e da pena de morte para insuflar o clamor popular.”Se um dia eu chegar lá, vai zero para ONG que defende direitos humanos. Eles vão ter que trabalhar para sobreviver.”

Ao responder um questionamento sobre a homenagem prestada por ele ao comandante Brilhante Ulstra, conhecido como um dos mais cruéis torturadores do período da ditadura defendeu-se e falou sobre doutrinação ideológica nas universidades. “Se por acaso louvar ali como louvei o comandante Ulstra for apologia a tortura, do outro lado, quem louva e elogia a Dilma Rousseff, está fazendo apologia ao terrorismo”, disse.

“Peço a deus que não precisemos de novos militares brilhantes por ocasião da votação do impeachment no senado. Eu espero que ela saia, e ela saindo eu temo que a luta armada volte para o coração do Brasil. E você não vê chamarem aí o pessoal dos Direitos Humanos pra nos livrar do comunismo e do terrorismo. Vão se lembrar de militares que cumprirão sua função como ele cumpriu naquele momento”, concluiu. 

Curiosa para descobrir o acontecia, a  técnica em enfermagem Gilselaine, diz não ser favorável a nenhum dos lados porque não acredita em política. Ela veio de Porto Velho e estava no aeroporto em uma conexão quando se deparou com o movimentação, avaliada como comum. “Acho normal e tem ficado cada vez mais comum no Brasil todo. Embora eu não esteja lutando, acho que as pessoas tem que ir atrás de seus direito sim.”

Na opinião da enfermeira D.M., que esperava a chegada de um familiar, o problema não é o ato em si, mas sim a exaltação em ambos os lados. “O que não pode é esse exagero, que vai confrontar mais raiva, mais ódio. Qualquer atitude extremista pode acontecer em ambos os grupos. Se a pessoa está extremamente irritada, condicionada a tomar uma atitude mais grave, ela pode fazer isso. Mas todos tem direito, é a diferença de pensamento e tem que ser respeitada.”

Apagado pelo tumulto em torno de Bolsonaro, o deputado estadual Perry Taborelli, motivo de sua vinda, foi timidamente saudado pelos manifestantes de direita e não discursou. Também filiado ao Partido Sociali Cristão (PSC), ele recebe apoio do deputado federal em sua candidatura a prefeitura de Várzea Grande. Uma coletiva de imprensa no qual o apoio será declarado vai ser realizada na tarde desta quinta-feira (30).

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