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CIDADES

Tribunal mantém punição a igreja por agressão a pastor “ex-gay”

A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a condenação por danos morais contra a Igreja Mundial do Poder de Deus, que deverá indenizar em R$ 50 mil um pastor que teria sido agredido física e verbalmente dentro da instituição religiosa pelo fato de, no passado, ter tido experiências homossexuais.

 

A decisão, do dia 30 de novembro, negou por unanimidade o recurso interposto pela Igreja, que afirmou que o fato nunca ocorreu. A igreja é comandada em âmbito nacional pelo "apóstolo" Valdemiro Santiago.

 

Segundo o relator do processo, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, a alegação de que a agressão não ocorreu foi desmentida pelo depoimento do representante da igreja, pelo boletim de ocorrência e pelo laudo pericial, que confirmou um hematoma na região do glúteo da vítima.

 

“Verifico que a narrativa do autor corrobora com as provas produzidas nos autos, quanto a ocorrência da agressão física pelo pastor Jademir, e que após o incidente o autor buscou ajuda, bem como a punição administrativa do agressor junto ao Bispo Sidnei Furlan, devendo ser rechaçada a tese da apelante de inexistência das agressões de ordem física e moral, que culminou no desligamento sumário do autor do quadro de ministro da igreja”, diz trecho da decisão.

 

Em seu voto, o desembargador ressaltou a fala da juíza Helena Maria Bezerra Ramos, da 8ª Vara Cível de Cuiabá, que, ao condenar a Igreja, disse que a instituição colocou “panos quentes, impedindo o requerente de efetuar a queixa”.

“Restando demonstrado o ato ilícito consistente na agressão e havendo elementos autorizadores para considerar a prática no alojamento da igreja e pelos seus membros, bem como o desligamento de forma sumária do ministério e da própria igreja, há obrigação e dever indenizar”, afirmou o relator.

 

“Por todos os motivos expostos, tenho que a decisão não merece reforma, devendo permanecer pelos seus próprios fundamentos”, decidiu.

 

O voto do desembargador Carlos Alberto foi acompanhado pelos desembargadores Dirceu dos Santos e Cleuci Terezinha Chagas Pereira da Silva.

 

Relembre o caso

 

Segundo a ação movida pelo pastor R.A.F., que se autodeclara “ex-gay”, as agressões ocorreram na noite de 6 de dezembro de 2009, ocasião em que ele dormia nas dependências da igreja, na Capital.

 

Na época, ele atuava como pastor auxiliar da igreja.

 

R. contou que, naquela noite, foi acordado “a socos e pontapés” por um pastor identificado como “Jademir”, por motivos de discriminação sexual.

 

Depois de ter sido espancado, ele disse que procurou o bispo Sidney Furlan, que o aconselhou a não registrar queixa-crime “para salvaguardar o nome da instituição religiosa”.

 

R.A.F. relatou que o pastor que o teria agredido apareceu no programa de TV da Igreja Mundial, dizendo frases como: “ (...)estamos sendo perseguidos... Até o Ibama veio atrás de nós porque bateram em um veado”.

 

 “Argumenta que esperava que o seu bispo, no uso de suas atribuições, fosse impor ao seu agressor ao menos sanção administrativa, contudo, tornou-se também seu algoz, ao permitir que tais comentários fossem feitos no programa de televisão do qual é responsável e ainda, pelos corredores da igreja”, diz trecho da ação.

 

Além disso, o pastor R.A.F afirmou que foi, posteriormente, excluído do rol de ministros da Igreja Mundial do Poder de Deus.

 

Na ação, ele requereu indenização de R$ 1 milhão pelos danos morais sofridos.

CIDADES

Jovem acusada de chefiar Comando Vermelho e presa em Sorriso

Mariana Reis Moscatelli de Cavalho, de 24 anos, acusada de chefiar uma organização criminosa em Sorriso e região, foi presa, ontem em Sinop, em uma casa localizada na rua Guarujus, no bairro Jardim das Oliveiras.

Ela é suspeita de integrar a facção Comando Vermelho Rogério Lemgruber, mais conhecida como Comando Vermelho, ou pelas siglas CV e CVRL.

Segundo a polícia, a investigação estava em curso desde o mês de julho deste ano.

Em uma carta apreendida pela polícia consta que a jovem recrutava criminosos de outras cidades do estado para se tornarem membros do Comando Vermelho.

Até mesmo quando foi presa, a jovem tirou fotos exibindo a sigla CV para postá-las em redes sociais.

De acordo com o delegado Bruno Abreu, Mariana é traficante de drogas em Sorriso, lidera uma organização criminosa e acolhe bandidos de outras cidades para praticarem crimes no município. Um minucioso relatório policial aponta a demarcação de território da organização criminosa.

“Paralelamente correu investigação de tráfico de drogas dessa suspeita. Ficou claramente evidenciado nas escutas que ela é líder de organização criminosa na cidade e pratica tráfico de drogas diariamente. Inclusive, ela chegou a abrir bocas de fumo em cidades mais próximas, onde não tem efetivo policial alto”.

Policiais ameaçados de morte

Ainda segundo o delegado, a PJC estava ciente de que a jovem receberia cartas. Duas delas foram interceptadas. “Está 100% provada a liderança dela em uma organização criminosa na cidade. Nessa carta integrantes dessa organização pedem autorização dela para não só entrar no crime na cidade como pedem autorização para a prática de crimes. Ela diz o quando e o si dos crimes. Além de tráfico de drogas, liderança de organização criminosa, ela dá guarita a traficante e assaltantes de outras cidades. Dá comida e casa para elementos que já tiveram diversas passagens”.

Conforme consta no relatório policial, a quadrilha segue uma lista de artigos e um deles “decreta pena de morte para policiais”.

Locais demarcados em Sorriso

Nos documentos apreendidos pela PJC de Sorriso constam os locais onde os membros do Comando Vermelho em Sorriso fizeram demarcações com a sigla da organização em Mato Grosso “CVMTRL”.

As localidades listadas em Sorriso são: Perimetral Sudeste; avenida Blumenau; avenida São Francisco; avenida Tangará; rua dos Desbravadores; e rua Passo Fundo.

 

CIDADES

Lucas do Rio Verde:Criança morre ao ingerir veneno e Polícia investiga

Polícia Civil investiga morte acidental de criança que ingeriu veneno usado pelo pai em dedetizações. A menina de um ano e cinco meses bebeu cerca de 300 mililitros do produto na tarde de sábado (3) e mesmo recebendo atendimento médico emergencial não resistiu e morreu logo em seguida.

Morte ocorreu na cidade de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte). Segundo informações repassadas pela família, que mora no bairro Rio Verde, mãe e filha tomavam banho juntas. Mas a criança deixou o banheiro primeiro e quando a mãe saiu, em seguida, já se deparou com a criança inconsciente, em outro cômodo da casa.

Neste momento a mãe percebeu que a criança havia ingerido parte do veneno que estava em uma garrafa pet, que havia caído de um armário.

O veneno estava armazenado em uma garrafa pet, o produto tóxico teria caído de um armário. O pai da criança usava o produto para atuar na dedetização de residências.

Mesmo após passar por atendimento de emergência a criança não resistiu, morrendo por volta das 20h. Corpo foi encaminhado para exames de necropsia e ainda esta semana o delegado Rafael Scatollon deve ouvir as testemunhas.

Inquérito irá apurar se os pais podem ou não serem responsabilizados pela tragédia, caso se confirme a morte pela ingestão do veneno.

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