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GERAL

BR-163 entre Nova Mutum e Lucas está bloqueada para destombamento de carreta

Um acidente envolvendo quatro carretas (marcas e modelos não confirmados) foi registrado, hoje, por volta das 12h30, na rodovia federal. De acordo com informações da assessoria da Rota do Oeste, um veículo colidiu lateralmente com o outro. Um terceiro bateu na traseira e o motorista da quarta carreta tentou desviar e acabou tombando. Esta carreta estava transportando farelo de soja e a carga ficou espalhada pela lateral da via. Segundo a concessionária, apesar da situação encontrada no local, ninguém ficou ferido. Apenas os danos materiais foram registrados. A concessionária precisou bloquear a pista nos dois sentidos para que o guincho pudesse realizar o destombamento da carreta. A pista foi fechada, por volta das  15h25, e até o momento o trabalho dos funcionários da empresa continua. Após o destombamento, ainda haverá a limpeza da pista. A previsão é de que os funcionários da Rota do Oeste liberem uma das vias para desafogar o tráfego no local.

GERAL

Maioria da bancada federal de MT votou a favor da maioridade penal

Na noite de ontem (30) a Câmara dos Deputados rejeitou o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes graves. Entretanto mesmo com a reprovação a maioria da bancada mato-grossense foi a favor do projeto.

 

Para ser aprovada, a PEC precisava de ao menos 308 votos favoráveis – equivalente a 3/5 do número total de deputados –, mas somente 303 deputados foram a favor. Outros 184 votos foram contra e houve três abstenções.

Dos oito deputados federais, apenas os deputados Carlos Bezerra e Ságuas Moraes votaram contra a PEC.

 

Já os deputados Ezequiel Fonseca, Valtenir Pereira, Adilton Sachetti, Fabio Garcia, Professor Victório Galli e Nilson Leitão foram a favor.

 

A justificativa dos deputados por serem a favor é que o texto propõe a redução para crimes graves, hediondos, crimes contra a vida. Segundo eles, um jovem de 16 anos que comete crime tem “absoluta consciência” do que está fazendo.

 

PEC

O texto previa que fosse alterada a maioridade nos casos de crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Os jovens que se enquadrassem nessas situações deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.

 

Apesar da derrubada da matéria, a Casa ainda precisará votar o texto original, que reduz a idade penal para 16 anos em qualquer crime.

ECONOMIA

Altos juros de financiamentos tornam consórcio opção ainda mais atrativa

As taxas de juros cada vez mais altas podem assustar os consumidores que pensam em adquirir algum bem por meio de financiamento. Levantamento divulgado semana passada pelo Banco Central mostra que a taxa média de juros do crédito para as famílias continuou a subir em maio e chegou ao recorde de 57,3% ao ano, a mais alta da série histórica do BC, iniciada em março de 2011.

Neste cenário, quem deseja fugir das altas taxas encontra no consórcio uma das opções mais vantajosas, conforme explica a assessora de negócios da Sicredi Ouro Verde MT, Lúcia Karina Oliveira Oro. “Muitas vezes os brasileiros não conseguem ter a disciplina de direcionar para um consórcio os seus investimentos, mas quem conseguir se planejar, vai conseguir uma economia muito grande”, destaca a assessora, comparando que uma taxa de juros relativamente baixa encontrada no mercado para o financiamento de um veículo, por exemplo, é de 1,6% ao mês, enquanto que a taxa de administração paga no consórcio fica em torno de 0,21% ao mês.“No consórcio, o valor total pago pelo bem vai aumentar em no máximo 15% após o período de pagamento. Já no financiamento não, é possível aumentar em 50% o valor do bem”, completa Lúcia Karina.

Além disso, as taxas de administração oferecidas pelo Sicredi Consórcios estão entre as menores do mercado, variando de 9 a 16%, dependendo do tipo contratado. As opções também são as mais variadas, para contribuir com a realização de todos os tipos de sonhos, seja aquisição ou construção de casa própria, compra de veículos e maquinários pesados, ou então contratação de serviços. Bastante versátil, o consórcio de serviços permite, entre outras possibilidades, o pagamento de viagens, cirurgias estéticas, cursos, festas de formatura ou de casamento. “Consórcio é um planejamento financeiro. O benefício é o associado fazer uma compra programada, e de forma muito econômica”, destaca Lúcia Karina.

Outra vantagem dos consórcios oferecidos pelo Sicredi, segundo a assessora, é o alto índice de contemplações. “Todos os meses, são realizadas cerca de duas mil contemplações, seja por meio de sorteio, lances fixos ou livres. Então as chances de ser contemplado rapidamente são bem maiores”, explica.

 

O Sicredi Consórcios

 

O Sicredi Consórcios é um sistema de compra cooperativada, destinada aos associados, que possibilita a aquisiçãoprogramada de um Bem ou conjunto de Bens, móvel ou imóvel, de forma auto financiada, com capital próprio, sem utilização de empréstimos, através de parcelas sem juros. Com conceito de mutualidade, caracteriza-se pela união de pessoas físicas e jurídicas em grupo fechado por meio de cotas, promovida pela Administradora. Cada consorciado contribui mensalmente com um valor que, somado a todas as parcelas pagas por todos os consorciados do grupo, possibilita a aquisição do bem ou serviço.

POLÍTICA

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GERAL

Maioridade penal: ‘votação está longe de acabar’, diz Cunha

Apos um dia de muita tensão no Congresso, a Câmara dos Deputados rejeitou, em votação apertada, a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, no caso de crimes hediondos e outros delitos considerados graves. O resultado significa uma derrota para o presidente da casa, Eduardo Cunha, que colocou em votação a matéria, apesar da enorme polêmica em torno do assunto.

Eram necessários 308 votos para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), mas 303 deputados apoiaram a redução, 184 foram contra e 3 se abstiveram. Estiveram presentes na sessão 490 dos 513 deputados.

No entanto, apesar do resultado da madrugada desta quarta-feira, o tema da maioridade ainda será analisado novamente pela Câmara. A proposta votada foi um substitutivo à PEC originalmente em discussão, que previa a redução da maioridade para todos os crimes. Com sua rejeição, a PEC original será colocada em votação.

A princípio, por ser uma proposta mais radical, ela enfrenta mais resistência entre os deputados. Porém, Cunha afirmou, após o resultado de ontem, que poderão ser votadas também outras emendas de deputados que alterem o texto original. "Não acabou. A votação ainda está muito longe de acabar", afirmou, depois de encerrar a sessão.

"Foram 303 votos (a favor), um número muito representativo. O que mostra que o tema é polêmico, não atingiu o quórum constitucional. Se não atingiu, o número da casa não foi suficiente para isso. Se na votação do texto original ou de alguma (emenda) aglutinativa atingir, ótimo, se não, é que a casa quer permanecer com a legislação existente".

Risco

Entre os contrários à redução, as declarações de Cunha levantaram o temor de que possa acontecer algo semelhante ao que ocorreu no caso do financiamento privado de campanha, em maio. Após uma proposta que incluía a autorização das doações de empresas a candidatos políticos na Constituição Federal ter sido rejeitada numa noite, o presidente da casa colocou em votação e conseguiu aprovar outra proposta que autorizava as doações somente a partidos na noite seguinte.

Depois de pautar o tema da maioridade como prioridade, Cunha disse que retornar ao assunto na próxima semana ou apenas após o recesso parlamentar, em agosto, sob a justificativa de que é preciso votar o segundo turno da Reforma Política. Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), Cunha quer ganhar tempo para tentar aprovar outra proposta de redução da maioridade.

"Com certeza, esse risco existe (de que ocorra algo semelhante ao episódio do financiamento de campanha). Acho preocupante deixar para depois o encerramento da votação desse tema. A casa tem que acabar de votar nesta quarta. Ele (Cunha) estava com tanta pressa para votar o tema", criticou.

O texto rejeitado na madrugada pelos deputados foi resultado de um acordo costurado por PMDB e PSDB, a contragosto do PT, para reduzir a maioridade em casos considerados mais graves, como homicídio, roubos cometidos em conjunto por duas pessoas ou mais e crimes hediondos (estupro, tráfico de drogas, extorsão mediante sequestro, entre outros). A proposta original, apoiada por Cunha, previa a redução da maioridade para todos os crimes.

Com a rejeição da proposta acordada entre tucanos e peemedebistas, agora deve ganhar fôlego a discussão em torno da reforma do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para aumentar a punição de jovens criminosos e de adultos que agenciam menores para o crime.

A proposta originalmente apresentada pelo senador José Serra (PSDB-SP) ganhou apoio do governo petista como alternativa à redução da maioridade penal. A expectativa é que essas propostas de reforma do ECA sejam votadas nesta quarta-feira no Senado. "Todos querem combater a violência. E como é que se combate a violência? Reformando o ECA", argumentou o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

Protestos

Desde segunda-feira, jovens contrários à redução da maioridade penal se reuniram em frente ao Congresso para pressionar contra a proposta. Nesta terça-feira, manifestantes a favor da redução também compareceram ao parlamento. Houve momentos de confusão entre os dois grupos e a polícia militar usou spray de pimenta contra os estudantes que protestavam na porta do Anexo 2 da Câmara, com a justificativa de dispersá-los. Algumas pessoas sentiram falta de ar e deixaram o local carregadas.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) conversou com manifestantes contrários à redução e pediu que evitassem confusão para não deslegitimar o movimento.

Entidades estudantis como UNE e UBES conseguiram uma liminar no STF para garantir sua entrada na Câmara. Apesar disso, Cunha manteve o acesso restrito ao local, alegando questões de ordem e segurança. Os partidos receberam senhas para distribuir entre manifestantes dos dois lados, permitindo que algumas dezenas de pessoas acompanhassem a votação nas galerias do plenário.

Após o resultado, estudantes presentes nas galerias do plenário comemoraram o resultado e chamaram Cunha de ditador. O presidente da Câmara ordenou então que eles fossem retirados do local – como a votação já havia acabado, eles deixaram o plenário sem apresentar resistência. A votação se encerrou no início da madrugada desta quarta-feira. Até as 2h da manhã, um grupo tocava samba diante do Congresso para celebrar.

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