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CIDADES

Criança de três anos, idosa e outras duas pessoas ficam feridas após incêndio em padaria

Uma criança de três anos e outras três pessoas ficaram feridas após uma padaria, localizada na região central de Nobres (125 km de Cuiabá), pegar fogo nesta quinta-feira (11). A dona do estabelecimento, uma idosa de 61 anos, teve queimaduras de segundo grau na face. Como não existe Corpo de Bombeiros na cidade, moradores e policiais demoraram cerca de uma hora para conter as chamas.

 
De acordo com as informações do site Nortão Notícias, as causas do incêndio ainda são um mistério. A primeira suspeita é que a criança possa ter iniciado o fogo. Na cidade não existe uma unidade do Corpo de Bombeiros, por conta disto, policiais e vizinhos tiveram que combater as chamas. Foram utilizados dois caminhões pipas de uma empresa que presta serviços à prefeitura municipal.
 
Ao todo, ficaram feridos: uma criança de três anos, a dona do estabelecimento, de 61 anos, e dois filhos dela de 22 e 43 anos. Os nomes não foram divulgados. A idosa foi a que se feriu com maior gravidade. Ela teve queimaduras de segundo grau no rosto. Por conta da gravidade do caso, ela deve ser transferida para Cuiabá.
 
Os outros adultos se feriram na ocorrência porque tentaram resgatar alguns pertences do estabelecimento comercial. A casa da dona da padaria ficava no mesmo prédio. Não foi relatado se a residência dela chegou a ser atingida. O valor do prejuízo ainda não foi contabilizado.

CIDADES

Polícia Civil esclarece homicídios tentado e consumado em Lucas do Rio Verde

Dois crimes de homicídio, sendo um na forma tentada e outro consumado, ocorridos nos últimos 2 meses, em Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte) foram esclarecidos pela Polícia Judiciária Civil do município. O suspeito Lucas Costa de Oliveira, 18, o “Manguinha”, acusado de tentativa de homicídio e Evandro Luiz Jahn, 27, autor de homicídio consumado, tiveram mandados de prisão cumpridos após serem identificados em investigações da Polícia Civil.

O suspeito Lucas Costa de Oliveira, 18, conhecido como “Manguinha” foi identificado como autor de uma tentativa de homicídio, ocorrido no dia 12 de dezembro. O acusado portando um arma de fogo, disparou seis vezes contra a vítima, que conseguiu sobreviver aos ferimentos.

Ao ser ouvida na delegacia, a vítima alegou não saber o motivo do crime e disse que estava praticando esportes em uma praça, quando foi atingido por apenas um disparo na região do abdômen. Com a oitiva de testemunhas oculares do crime e outras investigações, foi possível chegar a identificação do suspeito, que teve o mandado de prisão temporária representando pela Polícia Civil e decretado pela Justiça.

Após denúncias de que Lucas estava escondido na cidade de Sorriso, policiais de Lucas do Rio Verde acionaram a Polícia Militar local, que deu cumprimento ao mandado de prisão do suspeito.

Apontado como autor do homicídio ocorrido no dia 23 de janeiro, Evandro Luiz Jahn, 27, o “Alemão”, teve a identidade descoberta pela equipe de investigadores da Delegacia de Lucas do Rio Verde.

O crime aconteceu após uma discussão, que fez com que o suspeito deferisse diversos golpes de arma branca contra a vítima, que chegou a ser socorrida, mas morreu no Hospital Regional de Sorriso. Logo após o crime o suspeito foragiu de Lucas do Rio Verde e após ser identificado teve o mandado de prisão representado pelo delegado Rafael Mendes Scatolon.

Sem ter conhecimento do mandado de prisão em seu desfavor, o acusado se apresentou na Delegacia de Barra do Garças, sendo interrogado pelo delegado Renato Rezendo, que deu cumprimento a ordem judicial contra o suspeito.

GERAL

Energia Elétrica continua na liderança do ranking de reclamações do Procon-MT

Em janeiro deste ano, o Procon Estadual registrou 2.994 atendimentos. Por meio do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) foram 2.354 registros, enquanto que pela ferramenta de atendimento online – www.consumidor.gov.br – foram 640 reclamações em Mato Grosso.

 
 
No Sindec, o setor “Serviços Essenciais” segue em primeiro lugar em número de registros, com 1.225 reclamações. Liderando o setor está a categoria “Energia Elétrica”, com 683 atendimentos, seguido por “Água e Esgoto”, que teve 285 registros. A terceira posição ficou com “Telefonia Celular”, com 172 reclamações.
 
 
Com 373 reclamações, o setor “Assuntos Financeiros” ocupa a segunda posição, registrando 105 procedimentos para a categoria “Banco Comercial”, 103 para “Cartão de Crédito” e 48 para “Cartão de Loja”.
 
 
A área “Produtos” ocupa o terceiro lugar do ranking, com 370 atendimentos: 74 reclamações para a categoria “Telefone” (Convencional, Celular, Interfone, etc.), 40 para “Internet” e 22 para “Combustível Automotivo”.
 
 
Já o setor “Serviços Privados”, com 312 registros, está na quarta posição, com 120 procedimentos para a categoria “TV por Assinatura”, 57 para “Escola” (Pré, 1º, 2º Graus e Superior) e 20 para “Informática” (provedor de acesso à internet).
 
 
Os setores “Saúde” e “Habitação” estão empatados em quinto lugar, registrando 34 reclamações cada. A última posição do ranking é opupada pela categoria “Alimentos”, que teve seis registros.
 
 
Integram o banco de dados do Procon-MT os registros efetuados na sede do órgão e nos postos de atendimento do Ganha Tempo e da Assembleia Legislativa.

GERAL

Ministério da Saúde confirma terceira morte por Zika em adultos no Brasil

GERAL

Biometria é obrigatória Nova Mutum, quem não atualizar o cadastro terá titulo cancelado, saiba local de cadastramento e documentos necessários.

GERAL

Número de acidentes na BR-163 durante o Carnaval cai 36%

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RETROSPECTIVA 2015

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GERAL

Lei Seca reduziu acidentes, mas é preciso pensar em alternativas ao carro

A aplicação da Lei Seca (Lei 11.705/2008) tem ajudado a diminuir o número de acidentes no trânsito. Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram ligeira redução no número de acidentes ocorridos por influência do álcool, após a lei ter estabelecido tolerância zero e aumentado o valor da multa para quem for flagrado embriagado ao volante, em 2012. Naquele ano, foram registrados 7.594 acidentes; no ano seguinte, 7.526; e, em 2014, 7.391.

Dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2015, também mostram redução no número de mortes em acidentes de trânsito. Em 2013, foram registradas 42.266 mortes e, em 2014, 40.294  – uma redução de 5%.

Apesar da redução no número de acidentes, o país está muito distante da média mundial de 8,3 mortes por grupo de 100 mil habitantes. Atualmente, o Brasil atingiu a taxa de 19,9 mortos por grupo de 100 mil habitantes - o menor índice desde 2010, mas ainda distante da meta do Plano Nacional de Redução de Acidentes, de 2011, de reduzir em pelo menos 50% o número de mortes no trânsito até 2020.

“O Brasil tem feito muito pouco ou quase nada. Não existe uma estratégia com vista a atingir essa meta. Existem ações mais ou menos isoladas e que estão focadas em tornar a legislação mais rigorosa em alguns aspectos: excesso de velocidade, consumo de álcool. Isso tem sido objeto de algum rigor no código de trânsito e ações de fiscalização. Mais do que isso, a gente não vê”, critica o professor da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em trânsito Paulo Cesar Marques da Silva.

Para ele, ações de fiscalização, intensificadas durante períodos festivos como o carnaval, e campanhas educativas são mecanismos importantes, mas o país precisa avançar em ações integradas e em estratégias que diminuam a dependência do carro. Ele avalia que Poder Público deve liderar um debate sobre mobilidade urbana e investir no transporte público para evitar a dobradinha álcool e direção.

“Essa ação de proporcionar a mobilidade sem a necessidade de usar o automóvel facilita porque as pessoas podem se divertir sem ter a necessidade de usar o álcool. Tudo isso funcionando direitinho, a gente tem, lá na ponta, a redução do número de acidentes”, afirmou.

Segundo o professor, não se trata de demonizar o carro particular, mas de promover estímulo ao carro, ao transporte público e à segurança no trânsito. “Ninguém compra o carro para ficar parado. Mas existe a possibilidade de as pessoas comprarem o carro para usar no final de semana, de não precisarem depender do carro o tempo todo”, defende.

Mais rigor

Desde 2012 algumas alterações na lei aumentaram o rigor das punições e proporcionaram maior eficácia à fiscalização, prevendo novas formas de produção de provas, como fotos, vídeos e testemunhas, além do aumento no valor da multa que passou para R$ 1.915,30 - em caso de flagrante de embriaguez.

No Distrito Federal, a maior rigidez tem se refletido nos números. Em janeiro deste ano, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) autuou 813 condutores por alcoolemia. No mesmo mês do ano passado, foram 1.110.

Especialista em trânsito, Paulo Cesar Marques da Silva disse que as operações de fiscalização tem chegado a locais com maior consumo de bebida alcoólica. “Em geral, o que tem havido é uma operação com mais inteligência a partir do estudo do comportamento e das áreas onde as pessoas usam mais álcool, horários de abordagem e que, no final das contas, é mais efetivo para evitar acidentes. Temos que lembrar que o objetivo maior não é punir, mas evitar que as pessoas causem ou se envolvam em acidentes”, disse o professor.

Efeitos do álcool

A psiquiatra e pesquisadora do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) Carolina Hanna Chaim alerta que pessoas sob o efeito de álcool apresentam dificuldades de percepção, coordenação motora e concentração, o que resulta em uma redução drástica na capacidade de dirigir. “As pessoas têm que ter consciência da gravidade desse comportamento. Muitas vezes, isso passa um pouco pela convivência coletiva, como se não fosse um hábito tão perigoso, mas é perigosíssimo porque você coloca em risco a sua vida e a de pessoas que não têm nenhuma relação com isso”, alertou.

Carolina observa ainda que o uso de álcool geralmente é associado a outras condutas perigosas ao volante como ultrapassar o limite de velocidade da via, não utilizar o cinto de segurança, dirigir cansado, sob o efeito substâncias psicoativas e, inclusive, o uso de celular. “A Lei Seca ajuda, ela foi uma iniciativa positiva, pois ajuda a conscientizar da gravidade e até coibir as pessoas que não teriam essa conscientização a partir de iniciativa própria, mas a lei, sozinha, não muda [a forma de agir das pessoas]”, afirma.

Para aumentar o nível de conscientização da população, a especialista aposta em ações focadas nos futuros condutores. “Com conteúdo mais interativo e que possa acessar esses jovens que no futuro serão os motoristas. Precisamos construir uma nova geração de motoristas mais conscientes.”

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