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AGRONEGÓCIOS

Chuva intensa atrapalha a colheita em Lucas do Rio Verde e produtor já contabiliza prejuízos

As chuvas que estão caindo em Mato Grosso desde a última semana, fizeram com que o ritmo de colheita da soja safra 2016/17 diminuísse consideravelmente. Em Lucas do Rio Verde, o Sindicato Rural já contabiliza perdas expressivas, onde os produtores que ariscam colocar as máquinas em campo estão colhendo soja com até 30% de umidade.

De acordo com o presidente do Sindicato, Carlos Simon, já são praticamente 8 dias de muita chuva. Em alguns pontos, as chuvas alcançam 100 mm.

“Os produtores que conseguem entrar na lavoura estão tirando soja ardida já. Estão colhendo soja com muita umidade, chegando até 30%, pra secar isso é muito trabalhoso, é muito oneroso para conseguir secar isso ai, então o prejuízo já está instalado. Se persistir essa chuva, o prejuízo vai ser cada dia maior”, comentou Simon.

Em algumas propriedades, onde as chuvas são mais intensas já há relatos de soja estar apodrecendo ainda no pé. Para Simon, é preciso que haja pelo menos 10 horas de sol e uma noite inteira sem chuva, para que o grão seque bem e o produtor consiga colher.

O ritmo das maquinas em campo é lento. De acordo com Sindicato Rural, dos 240 mil hectares plantados da oleaginosa em Lucas do Rio Verde, somente 12% foram colhidos até esta segunda-feira (23).

O site Climatempo prevê chuvas intensas até o dia 25. O calor e alta umidade atmosférica, facilitam a formação de nuvens de chuva sobre a região de Mato Grosso.

GERAL

Aprovados em concurso temem não convocação

Depois que o secretário de segurança pública de Mato Grosso, Rogers Jarbas, anunciou a realização de concurso para contratar novos servidores para atuar na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros, mais de 200 pessoas, que prestaram o último concurso do estado nestas áreas, e que ainda aguardam ser chamadas, estão preocupadas com o risco de não poderem assumir as vagas que forem abertas.

Alexandre Marques de Souza, 31, técnico de elevador, está ansioso para compor o quadro de servidores do Corpo de Bombeiros. Desde quando prestou o concurso, em 2013, espera por este momento. “Estou no cadastro reserva e com medo de perder minha vaga para as pessoas que vão prestar o novo concurso”.

O colega dele, que também está na mesma situação, Francisco Jorge dos Santos do Nascimento, 34, informou que como tinha passado no concurso abriu mão do emprego de cabo reservista do Exército na esperança de assumir uma das vagas.

Há dois anos, Francisco não foi chamado, neste período já trabalhou como mensageiro em hotel, motorista de ônibus, e atualmente é chapeiro de trailer de lanche, mas a partir de fevereiro estará desempregado.
Francisco conta que quando o concurso foi aberto, o edital definia o limite de idade até 25 anos, mas centenas de pessoas com idade superior prestaram o concurso e foram aprovadas nas etapas.

Ele explica que estão nesta situação 246 pessoas, sendo que 51 entraram com mandado de segurança para poderem assumir as vagas.

Outro lado

O secretário executivo da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Luis Gustavo Caran, disse que ainda este ano serão chamados os 51 candidatos que entraram com mandado de segurança. Já sobre quando serão convocados aos outros selecionados, ainda não há uma data exata para isto, mas será respeitado o período de vencimento do concurso.

Caran informou também que os candidatos do concurso de 2013 serão chamados por ordem cronológica e que o novo concurso, que será aberto este ano, não irá prejudicá-los, já que será de cadastro reserva e não de contratação imediata.

Sobre a questão da idade, o secretário relatou que no ano passado foi alterada a lei complementar 555/2014, que determinava a idade de 18 a 25 anos para o concurso na área militar.Com a mudança na lei, passou a permitir até 35 anos.

CIDADES

Servidora morre após ser picada por cobra durante férias em sítio de MT

De acordo com a Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), desde 2014 o Ministério da Saúde reduziu a quantidade do produto em todo o país por problema na produção.

A filha de Marilene, Daiane Freitas Cervantes, contou  que a mãe tinha ido passar férias em um sítio do irmão, a aproximadamente 70 km da zona urbana de Sinop. "Ela foi na quinta-feira à tarde e às 22h20 do mesmo dia foi picada por uma jararaca", contou.

A cobra estava debaixo de uma escada do sobrado. "A casa tem uma cozinha grande embaixo e em cima ficam os quartos. O acesso à parte superior é feita por uma escada que fica do lado de fora. A minha mãe iria subir a escada quando a cobra a picou", afirmou Daiane.

Havia outras pessoas no local no momento do incidente, incluindo o sobrinho de Marilene, que matou a cobra. A vítima foi socorrida às pressas e levada até o hospital de Sinop. O animal, já morto, também levado para que os médicos soubessem a espécie do animal, o que poderia ajudar no tratamento da paciente. 

"O médico que a atendeu me explicou hoje que o veneno da jararacaca tem uma propriedade que não deixa o sangue coagular e, assim, já vai para a corrente sanguínea", disse a filha. Ela contou que a mãe era saudável e trabalhava. "Ela só tinha pressão alta, mas tomava remédios", disse.

Ela contou que a mãe ficou inconsciente depois de chegar ao hospital. "A levei ao banheiro, dei água à ela, e depois ela reclamou de muitas dores na cabeça. Daiane reclama que houve demora na aplicação do soro antiofídico, já que não havia o medicamento na unidade de saúde mais próxima. Para ela, isso pode ter contribuído com a morte da mãe. "Foi dado o soro antiofídico às 3h, cinco horas depois dela ter sido picada", pontuou.

Segundo a certidão de óbito, Marilene morreu em decorrência de um choque neurogênico, hemorragia cerebral difusa, acidente botrópico e hipertensão arterial severa.

GERAL

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GERAL

A história de Maíra, massoterapeuta morta no mesmo avião de Teori

Quando embarcou no bimotor PR-SOM em Guarulhos ao lado do patrão e da mãe ontem, Maíra Lidiane Panas Helatczuk, de 23 anos, não tinha a menor ideia de quem era o quarto passageiro da aeronave que seguia para Angra dos Reis. Apenas descreveu o ministro Teori Zavascki aos amigos como um “senhor muito chique”, por meio de um grupo de Whatsapp.

Às 12h46, quinze minutos antes da decolagem, Maíra também fez sua última postagem em redes sociais, contando que acabara de ser assaltada. Foi justamente esse relato que chamou a atenção dos conhecidos, que imediatamente entraram em contato para saber se estava tudo bem. Depois da publicação, os seguidores da jovem nunca mais tiveram resposta. “Nós estávamos com tudo pronto para viajar para a Riviera de São Lourenço [litoral de São Paulo] neste fim de semana, e ela cancelou na véspera dizendo que precisaria viajar a trabalho”, contou a VEJA Ieda Barreto, colega de faculdade da vítima.

Nascida em Juína, cidade do Mato Grosso que faz fronteira com Rondônia, Maíra se mudou para São Paulo há dois anos. Morava com o namorado na Vila Mariana e trabalhava como massoterapeuta no SPA do Hotel Emiliano, localizado na rua Oscar Freire, no bairro dos Jardins. Segundo conhecidos, o emprego no hotel de Carlos Alberto Filgueiras foi o primeiro que ela conseguiu na capital paulista.

“Ouvi que ele frequentemente viajava com funcionárias do SPA porque sentia dores nas costas, mas não sei dizer se foi a primeira vez que a levou. Sei que ela via o patrão como um pai, e sempre dizia que ele a ajudou muito quando ela chegou em São Paulo”, disse Ieda.

Desde agosto do ano passado, Maíra cursava fisioterapia na unidade Paraíso da Universidade Paulista (Unip). Para complementar a renda, fabricava e vendia sucos detox na faculdade, dava aulas de balé para crianças no bairro da Mooca e era parte do elenco de dançarinas do ventre da casa de chá egípcia Khan El Kalili, onde se apresentou pela última vez no domingo. Ela também era especialista em tango e dança zouk.

No primeiro dia de aula, Maíra emocionou os seus colegas de sala, ao contar que, há dois anos, havia ganhado uma bolsa de estudos para dançar balé na Suíça, mas, já no aeroporto, quando se dirigia à pista de embarque, passou mal e desmaiou. A queda rendeu uma lesão no pé, que lhe obrigou a permanecer no Brasil. Segundo o seu relato, foram as inúmeras sessões de fisioterapia que a permitiram voltar a dançar e, por isso, havia decidido fazer o curso.

“Todo mundo chorou quando ela contou essa história. Ela era uma pessoa que irradiava muita energia e alegria quando chegava. Era incapaz de ficar de mal humor”, disse Luciana Souza Cruz, colega de faculdade de Maíra. As duas haviam combinado de, depois da viagem, ir ao templo templo budista Zu Lai, em Cotia (SP).

Bastante apegada a questões de espiritualidade , Maíra  mantinha um blog  na internet onde se dizia apaixonada por livros e por guardar relíquias — em suas redes sociais, exibia uma coleção de vinis.  Numa mensagem publicada em 30 de dezembro, ela assim se define: “Dentro sou areia e vento. Sou cigana de partida, nunca de chegada. (…) A vida é continuidade. Não tenho o direito de me apegar ou me despedir, porque também não sou mais do que mera alma seguindo para qualquer lugar no mundo”.

No último sábado, Maíra, Ieda, Luciana e outros amigos comemoraram em casa o aniversário de 53 anos de Maria Hilda – que viera do Mato Grosso especialmente para passar a data ao lado da filha. “Maíra nos disse que viajaria na quinta e voltaria na segunda, e estava muito feliz por poder levar a mãe. Ela vai fazer falta. Era uma pessoa honesta, que trabalhava muito”, disse Ieda. Os corpos de Maíra e Maria Hilda serão levados para Cuiabá, onde elas serão veladas pelos familiares.

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