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Polícia Quinta-feira, 04 de Julho de 2024, 22:25 - A | A

04 de Julho de 2024, 22h:25 - A | A

Polícia / SINOP

Polícia Civil prende três em flagrante por extorsão e associação criminosa contra idoso de 66 anos

Durante o pagamento das parcelas com o agiota, a vítima atrasou e teve cobrança de 20% ao mês de multa mais R$ 500 por dia de juros

Willian Silva | Polícia Civil-MT
Sinop/MT



A equipe da Delegacia de Polícia de Sinop prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (04.07), três homens por associação criminosa, extorsão e ameaça contra um idoso, de 66 anos. Os suspeitos ameaçaram a vítima por conta de uma dívida de R$ 57 mil.

A prisão ocorreu no momento que os suspeitos deixavam o local onde o idoso trabalha, logo após ter sido ameaçado. Com o trio, a equipe policial apreendeu uma caminhonete Hillux, uma pistola 380, 15 munições do mesmo calibre, além de folhas de cheque, nota promissória e joias semelhantes a ouro.

O idoso relatou que um dos suspeitos a procurou, em novembro do ano passado, interessado em comprar uma dívida de R$ 52,5 mil que o idoso possuía com terceiros. A vítima aceitou a proposta e, para o suspeito quitar a dívida inicial, o idoso entregou um cheque caução de R$ 57,5 mil referentes à dívida, acrescidos os juros.

Para a devolução do cheque de R$ 57,5 mil, o suspeito exigiu que o idoso assinasse uma nota promissória no valor de R$ 69 mil, referente à nova dívida contraída, somando mais R$ 11,5 mil de juros do parcelamento do novo débito. No entanto, o suspeito se recusou a devolver o cheque da vítima e disse que entregaria apenas quando o devedor quitasse todas as parcelas do débito.

Durante o pagamento das parcelas houve atrasos, sendo cobrado da vítima 20% ao mês de multa, mais R$ 500 por dia como juros. 

Com a falta do pagamento dos juros, o suspeito, junto com mais dois comparsas, fizeram reiteradas cobranças ao idoso, acompanhadas de ameaças.

Temendo pela vida e diante da dívida a pagar, a vítima procurou a Polícia Civil e denunciou os suspeitos.

No decorrer das investigações, a equipe identificou que o trio agia como cobradores e agiotas, e utilizavam outras pessoas para coagir a vítima a pagar os juros devidos e as parcelas em atraso do acordo firmado.

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