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Política Sábado, 19 de Novembro de 2022, 14:39 - A | A

19 de Novembro de 2022, 14h:39 - A | A

Política / "SOMOS UMA POTÊNCIA"

Mauro cobra respeito na COP27: "Fala-se muito mal do Brasil, quando deveriam reverenciar"

Governador disse que seu principal objetivo na COP27 foi reposicionar a verdade sobre as questões ambientais do país

Thaiza Assunção/Repórter MT



O governador Mauro Mendes (União) fez uma avaliação sobre sua participação na 27ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 27), no Egito, e disse que o seu principal objetivo foi reposicionar a verdade sobre as questões ambientais do Brasil. 

Segundo Mauro, ao invés de o mundo criticar o país, deveria reverenciá-lo, uma vez que é quem mais produz alimentos com respeito ao meio ambiente, segundo ele.

“Nós trabalhamos muito para que essa verdade seja conhecida, por que muitas vezes falasse muito mal do Brasil, detonam a nossa imagem aí mundo afora, quando o Brasil deveria ser reverenciado”, disse, em entrevista ao Uol News nesta semana.

“Nós somos uma potência ambiental e o mundo precisa conhecer mais isso e respeitar a grande contribuição que o nosso país, que a nossa região amazônica está dando para estabilização do clima, nesse esforço global de reduzir as emissão de carbono”, acrescentou.

Durande a COP, o governador se posicionou contra o desmatamento zero na Amazônia. Ele chegou a propor um endurecimento nas medidas de combate, sugerindo o confisco e perda de bens a quem exerce a prática ilegal.

"Primeiro, nós temos que reconhecer que o Código Florestal Brasileiro é uma das leis mais restritivas que existem no mundo, que protege o nosso meio ambiente. Entretanto, no Brasil, como tantas outras leis, ela não está sendo cumprida direito. Tem gente, muita gente, mas essa muita gente é a minoria, menos de 1%, que insiste em praticar esse crime do desmatamento ilegal”, disse.

“E os esforços para combater esse crime estão sendo feitos, mas não estão sendo eficazes. Isso significa que os instrumentos que nós estamos tendo hoje não está funcionando bem. Nós temos que mudar a nossa metodologia, usar uma nova técnica para combater esse problema”, acrescentou.

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